quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O Preço do Prazer


O cara morava no apartamento em frente ao da Nicole, como é natural, morria de tesão por ela.
Um dia, não se agüentando mais, resolveu se declarar.
Tocou a campainha, ela atendeu e ele foi direto ao assunto:
— Sabe o que é, Nicole? Eu estou louco por você. O que você quer pra passar uma noite comigo? Pode pedir qualquer coisa!
— O que você está pensando que eu sou? É claro que eu não vou passar uma noite com você, seu tarado! O único estranho que já passou a noite comigo foi o Neymar.
— Pô Nilcole, por favor!!! Eu sou um cara rico, posso te dar qualquer coisa!
— Não.
— Pensa bem, ... Qualquer coisa... QUALQUER COISA!
— Qualquer coisa? — disse ela, pensativa.
— Qualquer coisa! — respondeu ele, repetitivo.
— Olha só, tem uma coisa no mundo que eu quero e não consegui...
— Pode pedir, minha deusa!
— Sabe o negão que mora aqui no andar de cima? Pois é, ele tem um curió liiiiiiiiindo, não tem?
— É, dizem que sim... Você quer que eu compre o curió dele pra você?
— Pois é! — respondeu — Ai que tá o problema! O negão não vende o curió por dinheiro nenhum no mundo! E eu sou doida por ele.
 - Pelo negão? - Não seu idiota, pelo curió.
— Tudo bem, Nicole... Eu vou lá e compro ele pra você! Duvido que o negão recuse minha proposta!
Então o cara foi até o apartamento do negão. Um negão de dois metros de altura e um e meio de largura atendeu a porta:
— Pois não?
— Cara... Por favor... Vende o seu curió pra mim!!! Eu pago o que você quiser, cara! O que  você quiser!
— Não adianta! — respondeu o negão — Eu não vendo o Cleiton por dinheiro nenhum!
— Eu sou capaz de fazer qualquer coisa! — Implorou o homem aflito, andando de um lado pro outro.
— Hummm...
— O que foi?
— Eu nunca comi a bunda de um moreno assim como você... Eu gosto de homens, sou ativo, mas nunca ninguém quis sair comigo, por causa do tamanho do meu pau... Se você liberar pra mim, eu deixo você ficar com o curió.
O cara pensou no sofrimento que o negão ia trazer, no prazer que a Nicole ia lhe dar, e acabou aceitando.
— Eu topo! Mas, pra garantir, o curió fica na minha mão!
— Fechado! — respondeu o negão, tirando a roupa e entregando o curió para a vítima.
E começou o trabalho. Quando o negão colocou a pontinha, o cara começou a gemer de dor. 
Quando colocou a metade, ele começou a gritar.E, quando finalmente colocou tudo, ele começou a chorar desesperadamente, soluçando. O negão perguntou:
— Pô, cara! Tá chorando por quê? Tá doendo tanto assim?
— Não, cara! — respondeu ele, chorando ainda mais — É que eu matei o curió!!!

Nenhum comentário:

Postar um comentário